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Azeites Fátima

A Cooperativa de Olivicultores de Fátima, também conhecida como Azeites Fátima, foi fundada em 1951 por José Joaquim, sócio nº1 da companhia, na cidade homônima de Fátima, localizada na região demarcada de Lisboa.

No começo de sua história, a empresa possuía apenas quatro equipamentos para a produção de azeites, incluindo três prensas. A partir da década de 1970, novos investimentos foram feitos com a compra de máquinas mais modernas. Essa mudança fez com que a Cooperativa potencializasse a qualidade de seus produtos e, consequentemente, aumentasse sua capacidade de produção.

As variedades mais cultivadas pela produtora são a Galega, Verdeal e a Lentrisca, todas colhidas em diferentes estados de maturação e processadas de forma cuidadosa, visando não prejudicar seus aromas e sabores. Elas estão estrategicamente localizadas em um raio de 50 km da região de Fátima.

A extração do alimento é feita com baixa temperatura, preservando os compostos das polpas das azeitonas. Já a coloração de seus azeites é, majoritariamente, verde-amarelada, variando apenas de acordo com a maturação das parcelas utilizadas.

Sua sede fica a apenas 2 km do Santuário de Fátima e a 500 metros da Igreja Matriz de Fátima, território considerado sagrado. Além do lagar e escritórios, a propriedade também abriga um pequeno museu, muito bem conservado, com um lagar à “moda antiga”, ou seja, com a preservação das máquinas utilizadas antes das modernizações feitas ao longo do tempo.

Desde o princípio, este produtor se revelou um líder no processo da transformação da azeitona para o azeite. Como consequência, a empresa tornou-se líder do setor e vem assegurando sua posição de referência na olivicultura portuguesa. Hoje, a Azeites Fátima é a única produtora do segmento na região que conta com um lagar em sua propriedade.

Não deixando de olhar para o meio ambiente de uma forma atenta, a Azeites Fátima tem realizado importantes investimentos para se tornar, cada vez mais, uma empresa sustentável.

Região de Fátima:

A cidade de Fátima é o maior centro religioso de Portugal e é visitada por cerca de seis milhões de fiéis por ano. É lá que está localizado o Santuário de Nossa Senhora de Fátima, um dos mais visitados pontos turísticos da Europa. A região também abriga a Cova da Iria, onde está situada a Capelinha das Aparições, local em que Nossa Senhora de Fátima teria aparecido para três crianças, em 1917.

A tradição da olivicultura, assim como a religião, se faz presente há séculos em Fátima. Desde tempos imemoriais, a cidade é uma importante produtora agrícola, já que, por muito tempo, este foi o único meio de subsistência de seus habitantes. A cultura mais importante sempre foi a da oliveira, já que o clima da região, nitidamente mediterrâneo, contribui para a produção de azeites de grande qualidade.

No início do século XX, a colheita das azeitonas mobilizava todos os membros das famílias locais nos meses de novembro, dezembro e janeiro. Após sair dos lagares, o alimento podia ser conservado em pias de pedra lioz ou em talhas de barro.

O consumo de azeites sempre foi considerado de extrema importância para os habitantes da região já que, além de ser um importante alimento, também era utilizado para iluminação e para mesas curativas. Além disso, suas borras também serviam para a fabricação de sabão.