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Quanta Terra

Enólogos: Eng. Jorge Alves e Eng. Celso Pereira.

A Quanta Terra é uma pequena vinícola boutique situada no Douro, a mais antiga denominação de origem demarcada do mundo. O projeto foi fundado em 1998 pelos amigos Celso Pereira e Jorge Alves que se conheceram na década de 90 ao trabalharem juntos no departamento de enologia da Vértice, vinícola famosa por produzir os melhores espumantes de Portugal.

Os amigos compartilhavam do mesmo sentimento: o amor pelos vinhos e pelo Douro. Assim, logo se lançaram para as sub-regiões de Cima Corgo e do Douro Superior, onde, por dois anos, se dedicaram a estudar os solos, castas, vinhedos, altitudes e as exposições solares, para que pudessem encontrar o terroir ideal para produzir seus vinhos. Ao final, optaram por alguns vinhedos distintos de grande qualidade, que pudessem juntos expressar todo o potencial enológico do Douro. Algumas destas parcelas foram plantadas há mais de meio século.

As uvas tintas são originárias de duas zonas diferentes. Parte delas está distribuída pelos solos xistosos do Vale do Tua, enquanto o restante dessas variedades vêm de vinhedos próximos ao Pinhão, coração histórico do Douro. As castas brancas são originárias de vinhas de Alijó em altitudes que rondam os 500 metros e que apresentam um terroir excepcional para o desenvolvimento das uvas. É também em Alijó que fica a pequena, mas muito bem equipada, adega da vinícola.

Sob a premissa de que “o caráter do vinho é determinado pelo terroir e a qualidade é determinada pelo homem”, a Quanta Terra, mesmo com sua pequena dimensão, se estabeleceu como produtora de alguns dos melhores vinhos portugueses. Prova disso é que em 2018 foi eleita pela Revista de Vinhos, a “Melhor Vinícola de Portugal”. No mesmo ano, Celso Pereira e Jorge Alves ganharam o prêmio de “Enólogos do Ano” pela revista Grandes Escolhas.

O edifício que hoje abriga a bem equipada adega de Quanta Terra possui um grande valor histórico para o Douro por sua conexão com o movimento dos Paladinos. Este conjunto de viticultores e personalidades influentes da região abriu caminho para à criação da Casa do Douro em 1932. Este organismo incorporou boa parte das competências definidas, desde 1756, à Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, entre as quais a regulação do trânsito e a aplicação da aguardente necessária à produção de Vinho do Porto. Funcionou também como associação profissional de todos os viticultores da Região Demarcada do Douro e como organismo de regulação das denominações Porto e Douro.

A Destilaria nº 7, na pequena aldeia de Favaios, foi construída em 1934 em terrenos que pertenceram aos herdeiros do Capitão Teodorico Teixeira Pimentel, importante figura do movimento dos Paladinos do Douro. Em 1946, foi ampliada pela primeira vez e em 1951 foi alvo de melhoramentos inéditos na região: desde a reconversão do alambique para funcionar a óleo e o envidraçamento das cubas de armazenamento.

Em 2015, a Quanta Terra adquiriu o edifício e o restaurou. Em março de 2022, ele foi aberto ao público com uma exposição de Joana Vasconcelos, uma das artistas contemporâneas mais importantes de Portugal. Pretende-se que ele seja um polo de cultura no interior de Portugal, um local onde o vinho, a história e a arte se encontram.

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